>> AFETO:
É o mecanismo bioquímico da conexão, que transmuda o nosso desejo a partir dos fluxos, acontecimentos e intensidades que germinam dos encontros entre os entes virtuais da Aldeia Global, atualizando a nossa potência e nos fazendo divergir do nosso estado atual a novas passagens virtuais;
>> DELÍRIO:
O delírio é cósmico. não há como inseri-lo em estrutura ou código. Ele se apresenta a nós em vias de passagem. Sua captação pode ser desdobrada ao fora por meio da atividade criativa [objetivação da interioridade], gerando novos arranjus desejantes;
A identidade inibe as passagens virtuais [delirantes], logo, não conseguirmos criar, nem produzir novas realidades. quando nos destituímos da própria organização do corpo, nosso pensamento passa a se fundir por meio de múltiplos transbordamento e de interconexões neurais que não reconhecem fronteiras;
>> DOBRA:
Com a dissolução das fronteiras, nossa produção existencial passa a se fundir no mecanismo físico-químico das dobras. Não há mais a clássica separação entre corpus e espaço, há apenas um mecanismo cósmico uno que desdobra o desejo continuamente em conexão com outras forças, aumentando ou diminuindo nossa potência;
>> FORÇAS DE TRANSGRESSÃO:
É a ação germinada das forças revolucionárias do inconsciente, do desejo revolucionário de viver e mudar o mundo;
>> FORÇAS DE CAPTURA:
O desejo encontra-se rigidamente codificado por um inconsciente que fixa as nossas forças produtivas em forças de captura internas [medo e repressão] e externas [códigos, normas, regras, leis, padrões e tecnologias de simulação reacionárias]. O neurótico passa a vida em um sofrido duelo interno, onde coabitam múltiplas forças reativas.
O inconsciente foi produzido no decorrer da história para reprimir as forças revolucionárias, gerando neuroses e hierarquias; toda força desejante que o faz divergir de si e do campo social é jogado pra debaixo do tapete [inconsciente]. É um puro investimento do campo patriarca-capitalista.
Cabe a cada indivíduo tomar o emponderamento da própria potência fazendo com que o campo social seja subordinado ao nosso próprio deleite, sobretudo para a produção de novos signos, próteses e valores. Quando o desejo é sentido como falta, é porque ainda não conseguirmos se apropriar dele, não conseguimos criar, apenas reproduzir e seguir modelos de simulação engendrados em nosso sistema operacional pelas forças hegemônicas.
O neurótico é impotente e emergido no coma de uma vida banalizada. a passagem para o corpo vibrátil se dá no autoconsciência e emponderamento da vontade de potência. É preciso agir com prudência e simular uma política emancipatória, de destruição da organização do próprio corpo, o que a priori pode vir acompanhada de uma crise existencial, pois o neurótico ainda encontra sentido nas coisas, cria falsas interpretações e ainda acredita na identidade que lhe foi fabricada, e a identidade nos dá confortos fictícios, entretanto, nos afasta do poder do corpo, da afirmação de nossa própria potência;
>> MÁQUINA DE GUERRA
É a máquina esquizofrênica e revolucionária. equipado por um conjunto de táticas e estratégias para a desconstrução das estruturas do Império Patriarcal-Capitalista e para produção do novo.
É fabricado pela física quântica, que o produz no seio de uma dinâmica de atração e repulsão de forças. Emergido no campo bioquímico de forças políticas, as máquinas de guerra estão a gerar fortes atritos na paisagem social. Ela corta, processa e produz. Criam novas peças, mudam as engrenagens, gerando novas dobras ao corpus social;
>> REDE DE CONEXÕES:
Não somos estruturas, unidades coerentes por onde a sociedade injeta todas as suas drogas mortíferas. somos meios [em contínuum processo de expansão] por onde uma força una e indivisível se autopreenche.
Estamos todos interligados por meio de uma rede híbrida e polimorfa de conexões. todos somos UM, que só muda de modo na conexão, no encontro e no atrito entre acontecimentos, átomos, moléculas, fluxos e passagens elétricas. como a física moderno nos salienta, tudo se divide, mas em si.
A ideia da rede de conexões é gerar uma autoconsciência global da nova consciência, das novas expressão materiais e virtuais. dos novos mundos que nos atravessam e que ainda não aprendemos a lidar, gerando uma continuidade na aventura pós-humana.
Através da reorganização gerada pelos novos sistemas maquínicos. daremos passagem a mutação da identidade e do eu, que mortifica a carne e arruína a mente;
>> VIRTUAL:
É a força autogerada pelo desejo, que nos preenche e nos coloca em vias de atualização. Nestas passagens virtuais, podemos captar novos focos mutantes de transformação de si e do mundo. Ela é a força que nos gera um complexo nó de tendências, forças e acontecimentos, nos dando a potência de criação, que por sua vez, implica na produção inovadora e contínua de ideias, formas e conceitos.
É o mecanismo bioquímico da conexão, que transmuda o nosso desejo a partir dos fluxos, acontecimentos e intensidades que germinam dos encontros entre os entes virtuais da Aldeia Global, atualizando a nossa potência e nos fazendo divergir do nosso estado atual a novas passagens virtuais;
>> DELÍRIO:
O delírio é cósmico. não há como inseri-lo em estrutura ou código. Ele se apresenta a nós em vias de passagem. Sua captação pode ser desdobrada ao fora por meio da atividade criativa [objetivação da interioridade], gerando novos arranjus desejantes;
A identidade inibe as passagens virtuais [delirantes], logo, não conseguirmos criar, nem produzir novas realidades. quando nos destituímos da própria organização do corpo, nosso pensamento passa a se fundir por meio de múltiplos transbordamento e de interconexões neurais que não reconhecem fronteiras;
>> DOBRA:
Com a dissolução das fronteiras, nossa produção existencial passa a se fundir no mecanismo físico-químico das dobras. Não há mais a clássica separação entre corpus e espaço, há apenas um mecanismo cósmico uno que desdobra o desejo continuamente em conexão com outras forças, aumentando ou diminuindo nossa potência;
>> FORÇAS DE TRANSGRESSÃO:
É a ação germinada das forças revolucionárias do inconsciente, do desejo revolucionário de viver e mudar o mundo;
>> FORÇAS DE CAPTURA:
O desejo encontra-se rigidamente codificado por um inconsciente que fixa as nossas forças produtivas em forças de captura internas [medo e repressão] e externas [códigos, normas, regras, leis, padrões e tecnologias de simulação reacionárias]. O neurótico passa a vida em um sofrido duelo interno, onde coabitam múltiplas forças reativas.
O inconsciente foi produzido no decorrer da história para reprimir as forças revolucionárias, gerando neuroses e hierarquias; toda força desejante que o faz divergir de si e do campo social é jogado pra debaixo do tapete [inconsciente]. É um puro investimento do campo patriarca-capitalista.
Cabe a cada indivíduo tomar o emponderamento da própria potência fazendo com que o campo social seja subordinado ao nosso próprio deleite, sobretudo para a produção de novos signos, próteses e valores. Quando o desejo é sentido como falta, é porque ainda não conseguirmos se apropriar dele, não conseguimos criar, apenas reproduzir e seguir modelos de simulação engendrados em nosso sistema operacional pelas forças hegemônicas.
O neurótico é impotente e emergido no coma de uma vida banalizada. a passagem para o corpo vibrátil se dá no autoconsciência e emponderamento da vontade de potência. É preciso agir com prudência e simular uma política emancipatória, de destruição da organização do próprio corpo, o que a priori pode vir acompanhada de uma crise existencial, pois o neurótico ainda encontra sentido nas coisas, cria falsas interpretações e ainda acredita na identidade que lhe foi fabricada, e a identidade nos dá confortos fictícios, entretanto, nos afasta do poder do corpo, da afirmação de nossa própria potência;
>> MÁQUINA DE GUERRA
É a máquina esquizofrênica e revolucionária. equipado por um conjunto de táticas e estratégias para a desconstrução das estruturas do Império Patriarcal-Capitalista e para produção do novo.
É fabricado pela física quântica, que o produz no seio de uma dinâmica de atração e repulsão de forças. Emergido no campo bioquímico de forças políticas, as máquinas de guerra estão a gerar fortes atritos na paisagem social. Ela corta, processa e produz. Criam novas peças, mudam as engrenagens, gerando novas dobras ao corpus social;
>> REDE DE CONEXÕES:
Não somos estruturas, unidades coerentes por onde a sociedade injeta todas as suas drogas mortíferas. somos meios [em contínuum processo de expansão] por onde uma força una e indivisível se autopreenche.
Estamos todos interligados por meio de uma rede híbrida e polimorfa de conexões. todos somos UM, que só muda de modo na conexão, no encontro e no atrito entre acontecimentos, átomos, moléculas, fluxos e passagens elétricas. como a física moderno nos salienta, tudo se divide, mas em si.
A ideia da rede de conexões é gerar uma autoconsciência global da nova consciência, das novas expressão materiais e virtuais. dos novos mundos que nos atravessam e que ainda não aprendemos a lidar, gerando uma continuidade na aventura pós-humana.
Através da reorganização gerada pelos novos sistemas maquínicos. daremos passagem a mutação da identidade e do eu, que mortifica a carne e arruína a mente;
>> VIRTUAL:
É a força autogerada pelo desejo, que nos preenche e nos coloca em vias de atualização. Nestas passagens virtuais, podemos captar novos focos mutantes de transformação de si e do mundo. Ela é a força que nos gera um complexo nó de tendências, forças e acontecimentos, nos dando a potência de criação, que por sua vez, implica na produção inovadora e contínua de ideias, formas e conceitos.
Fantástico, a parte da física quântica e moderna foi engrenada por ti, ou tem alguma referência de autores?
ResponderExcluirfoi engrenada por mim! :)
ExcluirMuito Bem escrito e incrivelmente atual
ResponderExcluirTudo muito ao meu gosto mas, principalmente - "Máquina de Guerra" pela inserção da Física Quântica na conceituação!
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