terça-feira, 2 de junho de 2015

[FILOSOFIA ii]

O motor da Filosofia é o Desejo. O mecânico tem como potência a força quântica da produção de novas realidades, desdobrada a partir de um plano de possíveis que emerge de sua natureza imanente.

Ele opera na harmonia entre as partes. na regulação do campo bioquímico de forças sociais que estão a gerar atritos e desarranjos na superfície.

A Filosofia pertence ao plano produtivo do Desejo, num movimento de inflexão sobre si que devém a se desdobrar ao fora, seja por meio de conceitos ou de novos modus de pensamentos. Colocando as estruturas e engrenagens da máquina social em seu devido fluxo evolutivo.

O olhar do filósofo precisa se rebater ao real enquanto ele acontece em ato. Para isso, é preciso tomar autoconsciência de sua potência e sobretudo, do PHYLLUM MAQUÍNICO.

O phyllum é o movimento latente das máquinas do Cosmos. o impulso vital da Singularidade - do processo evolutivo que precede a ontologia do ser.

O empoderamento do fluxo evolutivo, devém a perfurar as próprias estruturas do corpo, nos colocando em contato com a Natureza - a Indústria Côsmica autogeradora dos planos de possíveis, o que as forças hegemônicas vieram a patologizar como delírio ou loucura. Mas são apenas automanifestação da Natureza enquanto ela acontece em ato, se manifestando em nossa mente como INTUIÇÃO.

Na mecânica quântica da criação, o filósofo, o cientista ou o artista, captam estes fluxos que percorrem nossa natureza imanente e os materializam, desdobrando-os ao espaço geográfico, divergindo o atual estado das coisas.

COLPANI, Felipe Pancheri.

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